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Problemas da população migrante forçada na Atenção Primária em Saúde.

  • Writer: PROMIGRAS
    PROMIGRAS
  • May 27, 2021
  • 2 min read

Iniciação Científica de Alice Ye Eun Chung, estudante de Enfermagem (UNIFESP), orientada pela prof. Denise Martin e em colaboração com o mestrando Cristóbal Abarca.


Introdução: O deslocamento de pessoas na América Latina tem aumentado na última década com importantes desafios para os países receptores. A saúde global e as suas instituições não governamentais recomendam aos países melhorar as condições de acesso aos serviços de saúde para os migrantes. No caso do Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS), segundo os seus princípios de Universalidade e Equidade, garante o acesso formal à saúde a todos, especialmente para populações prioritárias e vulneráveis. No entanto, os migrantes enfrentam uma série de obstáculos materiais e simbólicos ao acesso aos serviços de saúde, tais como longos horários de trabalho, falta de informação e medo de serem deportados pela sua condição migratória ou estatuto legal precário. Objetivo: Identificar as principais problemáticas na população imigrante e refugiados no acesso e uso dos serviços de Atenção Primária na Saúde. Materiais e Métodos: Se realizou uma revisão sistemática das principais bases de dados (WoS, Scopus, Scielo e LiLaCs) utilizando como descritores (MeSh) "Immigration” AND “Primary Health Care” AND “Public Health”. Foi selecionado em um período de tempo entre 2010 e 2020. Resultados: Foram selecionados 15 artigos que tratam da migração na América Latina ou com migrantes latino-americanos no mundo e a sua relação com a atenção e os cuidados dos serviços de atenção básica em saúde. Conclusão: É possível identificar a preferência dos imigrantes na utilização dos serviços de Urgência e Emergência nos diferentes países de destino. É possível demonstrar a necessidade de melhorar o acesso à Atenção Primária na Saúde, especialmente para os grupos mais vulneráveis. Por outro lado, destaca-se as limitações dos profissionais de saúde para satisfazer as necessidades desta população.


Primeiros avanços foram apressentados no Congresso Acadêmico da UNIFESP (2021)




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